Com a elevada concentração de criminosos "em massa" deste fim-de-semana, Lisboa tornou-se por momentos na Sin City do mundo.

Cameron: "Men should grow up." House: "Yeah. And dogs should stop licking themselves. It's not gonna happen."
Com a elevada concentração de criminosos "em massa" deste fim-de-semana, Lisboa tornou-se por momentos na Sin City do mundo.

Mas porque raio estive eu no Liceu de Belém-Algés (também conhecido como Auschwitz) e não num Liceu algures nos States na turma desta singela rapariga?

Casal nos quarenta anos num restaurante, 12,30h:
- 'Tá bom Xor Zé. O que temos hoje? Para mim pode ser.
- Para mim pode ser o bacalhau.
- ...
- ...
- ...
- ...
- Ora aqui está ele. Traz-me mais um jarrinho?
- Traz-me o sal se faz favor?
- ...
- ...
- ...
- ...
- Traz-me os palitos se faz favor? E um café?
- E um café também para mim.
- ...
- ...
- ...
- ...
- Até amanhã Xor Zé.
- Até amanhã Senhor Zé.
Viagem à terra dos ovos moles ou à Veneza portuguesa (escolham o lugar comum que preferirem).
Aveiro é uma bela cidade que, além do que já referi, tem outra raridade: um centro comercial que não parece um centro comercial. Imaginem que está bem enquadrado na cidade. Não estou a gozar, não. Os meus parabéns aos arquitectos do Fórum Aveiro (não foram vocês os autores do projecto do Fórum Almada, pois não? Pois não, esse foi o Stevie Wonder. Desculpem).
p.s. trouxemos uma barrica de ovos moles para nós e outra para oferecer. Comemos a primeira e oferecemos a segunda a nós mesmos e também já a comemos.
p.s.s. queria apresentar uma reclamação aos senhores que fazem as barricas: façam-nas com a abertura mais larga porque um gajo vê-se à rasca para lamber o restinho de ovos moles que fica no fundo.
p.s.s.s. queria apresentar outra reclamação aos senhores que fazem as barricas: façam-nas com madeira menos maciça porque eu tentei parti-la para chupar todos os bocadinhos e não consegui.
p.s.s.s.s. estou a brincar relativamente às reclamações, claro. Bom, na verdade, só estou a brincar quanto à 2ª reclamação.
Já não nos bastava a importação do carnaval brasileiro, com aquelas alvas lusas a abanarem a celulite no frio de Fevereiro. Agora também se quer importar o Halloween. Eu acho verdadeiramente deprimente aquela tradição do "Pão por Deus" mas ainda assim prefiro-a a mais esta americanada. E se por acaso algum puto vier a ter o azar de me tocar à porta e dizer alguma coisa parecida com "Doce ou travessura", leva com uma bela abóbora nos ainda tenros cornos.
Querem divertir-se com abóboras? É simples. Façam doce e comam-no, portuguese way, com requeijão. 
- Eu...
- Sim?
- Eu... sinto-me fascinada por si.
- Porque...
- Sempre quis ser possuída por um homem mais velho.
- Eu posso-lhe apresentar o meu pai, se quiser.
- Espera, não dispares. Eu não matei o teu pai.
O Sócrates anda para aí a oferecer laptops para a malta se familiarizar com as novas tecnologias. Errado! A malta nem sequer domina actividades básicas, quanto mais computadores. Passo a explicar:
Um homem, dos seus 50 anos, sai do seu carro e grita com um taxista que, mantendo-se sentado, não deixa de responder. Não ouço o que eles dizem mas não preciso. Estão, com certeza, a adjectivar a mãe um do outro. O cinquentão, com pose de galo, termina o certamente elevado diálogo com o tipíco gesto de braço de quem vai pregar uma estalada no outro e volta para o seu carro. O taxista mete a cabeça de fora da janela e larga mais uns impropérios de natureza bastante marcante, dado que motivou o regresso do Galo. Este, tipo Ronaldo mas sem bola, pontapeia em grande estilo a porta do Taxi. O taxista abre a porta mas o outro logo a segura, tentando evitar a sua saída. Na cara do Galo vê-se agora que se transformou num Pinto. É normal: a coragem de alguns é inversamente proporcional à de quem se enfrenta.
Ontem, ao jantar, em cima dos bifinhos, para além do molho, um ovinho estrelado. E
acompanhado sempre com uma pergunta persistente da minha mãe: "Não queres mais pão?". Claro que quis. Até porque, para além do meu ovo estrelado, ainda acabei por comer grande parte do ovo da minha filha.
Lá ganhámos um joguito, contra um Leiria com muito poucas pernas.

Recomecei a ler a Blitz nas férias de verão. A ultima vez terá sido há uns 20 anos, ainda em formato jornal.
O café já foi, que não me fazia falta nenhuma, apesar de beber entre 4 a 6 por dia.
"O que é (e notem que cito) a «geração broche»?"
Pedro Mexia in Estado Civil

A vitoria de Menezes nas directas do PSD simplificou-me a vida.
Já sei, a cerca de dois anos de distância, como vou votar nas legislativas.
