Feito o teste European Political Ideologies - via Insurgente - os resultados que esperava:
#1 Market liberal
#2 Social liberal
#3 Anarcho-capitalist
#4 Social democrat
#5Third Way
#6 Ecologist or green
#7 Christian democrat
#8 Libertarian conservative
#9 Classical socialist
#10 Fascist
#11Anarcho-communist
#12 Communist
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quinta-feira, 3 de maio de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
Ainda os votos liberais
Relativamente ao post "Recapitulação", em que JLP comenta este meu post, gostaria de referir o seguinte:
Eu concordo em absoluto que "Um programa liberal tem portanto que se afirmar exactamente pelos "meios" ", como renego em absoluto a demagogia barata da tristemente célebre promessa dos 150.000 empregos de Sócrates.
Mas há que ter em conta o seguinte:
1. Ninguém pensa em "meios" sem pensar num determinado "fim". Não vamos também, só para marcar radicalmente a diferença, embarcar numa espécie de demagogia inversa, em que só se fala de medidas, e não se referem os objectivos que se pretendem atingir com a sua implementação.
2. Não confundamos o "Programa Liberal" com a sua comunicação. São passos e formatos que têm que ser tratados tendo em conta o fim a que se destinam. O "Programa" tem (e reforço o tem) que ser sustentado, quantificado, realista, corajoso, verdadeiro, repleto de "meios", porque, em primeiro lugar, é o guião, o plano, de quem o fez, e, acima de tudo, de quem o pretende executar; e em segundo lugar, porque quem o procurar ler, quer conhecer as ideias, os projectos, quer aferir da sua sustentabilidade e da credibilidade do mesmo e de quem o fez.
3. A comunicação através dos media tem regras muito estritas, e que passam hoje por divulgarem essencialmente mensagens curtas e simples. São as que passam nos rodapés das televisões, as que abrem noticiários (na TV e na rádio), as que produzem parangonas nas capas e que ocupam as colunas das páginas interiores.
Por tudo isto, insisto na necessidade de comunicar o "Programa Liberal" (os "meios") de forma a que as pessoas se interessem, e o compreendam como positivo.
Pegando numas das medidas apresentadas pelo JLP, "Devolução dos valores descontados para a segurança social aos seus titulares, e substituição do esquema actual de pensões por um sistema de pensão mínima única" , um "meio", se assim fosse comunicado, a mensagem (curta) que os media passariam seria "X defende a implementação de um sistema de pensão mínima única" (reforçando o "mínima").
O impacto junto da opinião pública seria negativo. O tempo de antena para explicar este "meio" seria minimo. O aproveitamento da esquerda desta medida seria máximo.
Eu sei que arrepia muita gente, mas a forma eficaz de passar este "meio" seria apresentando um dos seus "fins":
"X defende a duplicação das pensões mínimas" (reforçando a "duplicação"). Esta mensagem captaria a atenção. E esta mensagem não seria demagógica.
.
Muitas vezes, daria jeito podermos mover um Bispo na horizontal. Mas as regras do jogo não o permitem.
Daí que, ou seguimos as regras, ou nem sequer jogamos. E este jogo tem que ser jogado, porque estamos quase todos a perder.
terça-feira, 27 de março de 2007
Não há quem vote ou em quem votar?
Desde já peço desculpa ao AMN (A Arte da Fuga) e ao JLP (Small Brother) por me "meter" nesta conversa, que de seguida resumo:
Começou AMN por referir que mais importante do que a importância de discutir a existência ou não de Partidos Liberais, é discutir a eventual existência de votos liberais.
JLP retorquiu com a convicção que um programa e um discurso bem construídos seriam mobilizadores, adiantando, inclusive, algumas medidas. Medidas essas que AMN considerou não serem de agrado fácil, porque implicam um redimensionamento da responsabilidade individual que muitos recusam.
Concordando com ambos, gostaria de agarrar no "programa e discurso bem construídos" referido pelo JLP, e referir que, neste aspecto, há tudo a aprender com a esquerda.
A esquerda sabe que o veículo de qualquer mensagem política é a comunicação social, e também sabe como esta funciona. Os títulos dos jornais, ou as noticias de abertura de telejornais não se enchem com "meios" mas sim com "fins". Um "Partido X promete mais/melhor emprego/educação" será sempre escolhido em detrimento de um "Partido Y promete acabar com participações do Estado/obrigações sucessórias".
Daí que todos os "meios" (medidas) propostas pelo JLP teriam que ser veículadas como "fins" para captarem a atenção do público.
E não é uma tarefa impossível: Diogo Leite de Campos, há cerca de uma semana, numa entrevista na SIC-Noticias, como já destacou o CAA (Blasfémias), expôs de forma clarissima o que todos teríamos a ganhar com a redução de impostos. Numa intervenção de uma simplicidade brilhante, apresentou "fins", sustentados q.b. com alguns "meios".
Parece-me, por tudo isto, que se arranjam votos liberais.
Parece-me bem mais dificil arranjar em quem votar.
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